Ando em círculos...

Não chego a nada.

Nem percebo o quanto ando.

 

Choro à cântaros,

Como a chuva chove.

E minhas lágrimas não formam poças,

nem fertilizam a terra.

 

Tento falar o que sinto...

Não digo nada,

nem deixo de sentir.

Tento entender o que acontece.

Comigo.

Não consigo.

E cada vez me fecho mais.

Na torre do meu castelo,

Nos muros desta prisão

Que eu mesmo construí!

Suely Vieira

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