Somos todos responsáveis por tudo que acontece ao nosso redor.

Quando nos omitimos, quando fingimos não ver, quando fechamos a porta ao nosso vizinho.

Somos nós uma geração de covardes, de assustados, de acomodados, de seres eternamente na defensiva?

Quantas guerras serão necessárias para que algum dia percebamos que somos todos irmãos?

Quantas pessoas estarão famintas enquanto jogamos ao lixo as sobras de nossos banquetes?

Quantas pessoas morrerão enquanto nós comodamente sentados assistimos os noticiários que falam das guerras?

E o que fazemos nós?

Lamentamos, criticamos e...mudamos o canal da televisão e não pensamos mais nisso, até o próximo noticiário.

O que poucos percebem é que a Terra é um ser vivo e pulsante e que a destruição de qualquer de seus territórios afeta todo o equilíbrio da vida que existe nela.

É triste saber que estamos todos de braços cruzados a espera não sei de que! Talvez apenas de um futuro incerto em que, se ainda existir a história, ela nos mostre que, mais uma vez, a selvageria falou mais alto e, então, futuros tribunais julguem e condenem o que um dia poderia ter sido evitado.

Assim como nossos filhos, apesar de irmãos, são seres diferentes uns dos outros, os povos, todos eles, são diferentes entre si, mas são todos eles, filhos da mesma mãe Terra.

O chão não pergunta o credo de quem o semeia.

A Terra não indaga a origem de quem a habita!

Senhora da Lua

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