Nossos medos são como os dragões dos contos infantís. Eles nos aprisionam, nos mantêm cativos e indefesos, incapazes de perceber a saída de dentro do muro de nossa prisão.

É quando ansiamos por uma interferência que nos liberte da angústia  causada pelos nossos próprios temores. Só que, diferente dos contos infantís, nossa liberdade agora não depende do cavaleiro salvador. A solução para conseguí-la está todo o tempo dentro de nós mesmos.

É preciso apenas que acreditemos na infinita fonte de poder que existe dentro de cada um de nós. Ao aceitarmos sua existência, estaremos também adquirindo a “espada mágica” que nos livrará da angústia e da opressão.

Está em nossas mãos criar as condições que nos permitam descobrir uma forma diferente de ser. Por que não agir como a borboleta que acreditou que não deveria se limitar a uma existência de lagarta e, hoje, trocou sua vida limitada pela liberdade de voar por entre as flores?

Senhora da Lua

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