Quantas vezes precisamos dizer um não e quantas vezes nos debatemos diante de todas as implicações que esta atitude desencadeará.

Apesar de sabermos que uma negativa pode ser a melhor solução para algo que nos incomoda; porque nem tudo que surge em nosso caminho é de utilidade, nem todas as situações significam crescimento interior.

Pelo contrário, muitas vezes ao não aceitarmos determinadas imposições estamos tendo, na verdade, uma oportunidade de estabelecermos os nossos limites e os limites que aceitamos que nos imponham.

Importante mesmo é ter a sabedoria para perceber se, quando concordamos que outras pessoas nos determinem o que devemos fazer, estamos agindo assim por aceitarmos a experiência alheia ou se estamos realmente fugindo de um conflito, que nos levaria ao confronto no qual nos exporíamos, no qual poderíamos sentir doer antigas mágoas.

Só que ao evitarmos relembrar antigas mágoas, estamos impedindo que elas cicatrizem, estamos permitindo que novas dores se instalem.

Quando o confronto surgir, não fuja dele, aceite-o como forma de descobrir-se, de impor-se se isto se fizer necessário.

Não basta apenas respeitar os limites alheios; é preciso também fazer com que respeitem os seus.

 

 

 

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